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Reduzindo o custo por peça: parte 2

Atualizado: Set 10

Quando falamos de redução de custos, um tópico que merece muita atenção são os consumíveis. Esse tema engloba o consumo de abrasivo, o desperdício de abrasivo e o desgaste das peças do equipamento.


Consumo de abrasivo

A maioria das pessoas que está envolvida com uma operação de jateamento entende que o consumo de abrasivo é um dos maiores custos da operação.


Quando novos consumidores entram em contato para saber mais detalhes, eles normalmente questionam: quanto essa máquina vai me custar? E quando fazemos esse cálculo, o consumo de abrasivo é um dos itens que tem o maior peso nessa lista. É um item com um custo fixo, ou seja, que será necessário repor periodicamente.

Algo a se ter em mente é que sempre há coisas que vão acontecer com o abrasivo. Quando o mesmo está sendo lançado, ele está batendo em superfícies e naturalmente vai se desgastar e alguns até vão se partir. Não é possível ter um aproveitamento completo, mas há algumas coisas que é possível realizar para obter um melhor desempenho deste material.

Uma boa maneira de começar a entender isso é perguntar quando o excesso de consumo de abrasivo está ocorrendo? Para obter essa resposta, é necessário a divisão de quatro áreas. A primeira delas é:


1. A energia de impacto


É preciso estar atento se a energia de impacto excede a capacidade do material abrasivo. Ao olhar o gráfico abaixo é possível visualizar que possuímos abrasivos de diferentes tamanhos (granulometria), do S 70 até o 660.


O que essas linhas representam ao subir a velocidade que a turbina lança o abrasivo. Provavelmente, há 20 anos o padrão da indústria era de lançar 76 m/s. Isso é representado pela linha vermelha escura.



Uma fórmula simples para medir esse impacto em joules: se você está lançando um abrasivo S-390 à 68 m/seg., você está com um impacto de energia de 0.5 joules. Uma das principais coisas que mudou na indústria de jateamento nas últimas duas décadas é a maneira que as turbinas são construídas e a maneira que elas estão posicionadas. As turbinas acionadas por correias não são mais usuais. Há ainda quem fabrique ou utilize, mas o mais comum é ser acionado por motores de 3.600 rpm. Esses motores acabam proporcionando uma velocidade de lançamento de, em média, 100 m/s.

Um fator que muitos clientes e provedores de serviços acabam não olhando tão bem é que quando você aumenta sua velocidade de lançamento do abrasivo, você pode diminuir o tamanho do seu abrasivo e obter a mesma energia de impacto. A energia de impacto é o que de fato está realizando o trabalho nas suas peças.

Vejamos este cenário: um abrasivo de 390 sendo lançando a 68 m/s com uma energia de impacto de 0,5 joules. Se você subir essa velocidade de lançamento para o padrão atual de 110 m/s - o que é um acréscimo bem considerável - você obterá a mesma energia de impacto, mesmo com uma redução do tamanho do abrasivo. Se fosse utilizado um abrasivo dois números menor, a S-280 por exemplo, seria possível obter a mesma energia de impacto. A energia de impacto é o que importa para o jateamento, é ela que remove a tinta, areia ou o que for necessário remover.

Pense assim: você diminui dois números do abrasivo. Diminuindo o número do abrasivo você vai receber mais impactos por kg (peso). Consequentemente isso ocasiona em um tempo mais rápido de limpeza/jateamento.


Você sabia que as turbinas da CMV possuem uma velocidade de lançamento muito superior a concorrência? Isso significa que é possível obter uma energia de impacto extremamente grande, devido a velocidade de lançamento gerada pela mesma. Com ela é possível reduzir custos, mesmo em equipamentos que não são de nossa fabricação.

Não perca! Vamos falar na próxima edição dos demais fatores que influenciam no consumo de abrasivo.

Localização

 

Brasil: Av. das Indústrias, 940 - Distrito Industrial, Cachoeirinha - RS, 94930-230

 

Estados Unidos: Florida | Orlando

 

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